Olá, sou o Joaquim Ribeiro, candidato do Partido Chega à Câmara Municipal de Oliveira do Bairro,
Nós, oliveirenses, estamos fartos de ser ignorados e de viver num concelho sem rumo, desorganizado e sem identidade. Quero um Concelho com mais amor-próprio, limpa e ordenada, onde cada pessoa sinta orgulho de viver. Não acredito que a política pertença a elites ou a “influentes”. Aqui, o voto de um pobre vale tanto quanto o de um rico, e é isso que deve contar.
A minha candidatura não será construída em salões de poder, mas sim nas ruas, nas freguesias, nos mercados e escolas, ao lado de quem trabalha, de quem luta para chegar ao fim do mês, dos jovens que procuram oportunidades e dos idosos que merecem respeito. São as pessoas comuns que fazem o concelho viver todos os dias, e é com elas que quero construir a mudança.
Não sou mais do mesmo. Os partidos que governaram até agora deixaram-nos na estagnação e repetem sempre as mesmas fórmulas falhadas. Peço apenas uma oportunidade para mostrar que é possível fazer diferente, com transparência e trabalho. Se não estivermos à altura, que seja o povo a julgar. Mas só assim poderemos cortar com a corrupção, o clientelismo e dar voz a quem verdadeiramente importa: os oliveirenses.
Mensagem do Presidente
Olá, sou o Joaquim Ribeiro, candidato do Partido Chega à Câmara Municipal de Oliveira do Bairro,
Os Oliveirenses são uma comunidade que se sente ignorada, pobre, farta de
políticas que pouco ou nenhum efeito surtem nas suas vidas. Pretendemos um
município com mais "amor próprio, com brio", um concelho "limpo e ordenado",
sem "este caos que se vê por aí".
Um amigo disse-me que eu deveria procurar "pessoas importantes, da alta…
influentes…" para fortalecer a minha candidatura à presidência da Câmara
Municipal.
Respeito a sua opinião, mas discordo profundamente.
Se há algo que me move nesta candidatura é precisamente a recusa da ideia de
que a política pertence a uma elite, que o destino de um concelho ou de uma
freguesia deve estar nas mãos de meia dúzia de “influentes” enquanto o povo
assiste de longe, como se fosse um espectador sem voz. Não, eu não aceito
essa lógica.
Primeiro, porque o voto de um pobre vale tanto quanto o de um rico e cada
oliveirense independentemente da sua condição económica, tem o mesmo
poder de decisão nas urnas. Não há votos VIP nem eleitores de primeira e de
segunda categoria.
Quem sustenta este concelho, quem o constrói, todos os dias, quem o limpa,
quem lhe dá vida todos os dias são os empresários, trabalhadores,
comerciantes, reformados, agricultores, jovens à procura de uma oportunidade.
O seu voto pesa exatamente o mesmo na urna que o de qualquer um. Então,
por que haveria eu de privilegiar os que já têm poder em vez dos que precisam
de ser ouvidos?
Segundo, porque a verdadeira influência numa democracia não vem de títulos
ou sobrenomes, mas sim da força coletiva das pessoas simples e humildes. É
fácil dizer que é preciso atrair “quem influencia outros”, mas quem são esses
“outros”? Por que razão devemos acreditar que meia dúzia de pessoas com
títulos, ligações e influência deve decidir por centenas ou milhares? Eu prefiro
construir a minha candidatura com aqueles que conhecem as dificuldades reais,
não com quem nos olha de cima para baixo.
Terceiro, porque a política não pode ser um clube privado. O que diferencia
uma candidatura verdadeiramente genuína de uma candidatura feita para servir
interesses particulares ou de grupos é precisamente a base de apoio em que
assenta. Se eu me cercasse apenas de quem já tem poder e influência, estaria
a dar continuidade ao mesmo modelo que sempre favoreceu os mesmos.
Ora, eu acredito e quero mudança, na participação de todos, na valorização das
pessoas comuns, simples e humildes que, quando unidas, fazem muito mais
pela nossa terra do que qualquer figura da “alta sociedade”.
Eu prefiro estar ao lado das pessoas simples e genuínas, porque é delas que
nasce a verdadeira mudança porque hoje somos um dos municípios sem
referência. Quero ser o candidato das pessoas que acordam cedo para
trabalhar, das famílias que lutam para chegar ao fim do mês, dos jovens que
procuram oportunidades, dos idosos que merecem respeito e dignidade. Essas
são as pessoas que verdadeiramente importam, e são elas que eu pretendo
servir.
E por isso digo, com toda a convicção: a minha e nossa candidatura nunca será
construída nos salões da influência, mas sim nas freguesias, nos lugares, nas
ruas, nos mercados, … nas escolas. Porque quem verdadeiramente muda um
concelho ou uma freguesia não é quem pensa que "manda nela", mas sim
quem a vive no dia a dia.
Oliveira do Bairro não tem identidade, não passa de Bairrada.
Não carregamos o peso histórico dos erros cometidos por outras forças
partidárias que, durante anos e anos, conduziram o concelho a ciclos de
estagnação e crise.
Uma boa parte dos que me acompanham tem raízes profundas na realidade
local.
São trabalhadores que conhecem o custo de um salário mínimo, empresários
que enfrentam burocracias absurdas, e cidadãos de todos os estratos sociais
que vivem na pele as dificuldades que muitos políticos só discutem em teoria.
Não somos teóricos da crise; somos sobreviventes dela.
Sinceramente abram os olhos e vamos mudar Oliveira do Bairro e ver os
resultados, porque se mudarmos e o povo nos der uma oportunidade a quem
nunca governou e se com essa oportunidade que lhes vamos dar não fizermos
um trabalho bom acontece como o costume rua e nada muda do que já
estamos habituados, mas tem que nos ver a trabalhar, só depois tirar as
conclusões se valeu ou não a pena. Porque aos que têm governado o Oliveira
do Bairro até agora tem sido farinha do mesmo saco. Por isso dei-nos uma
oportunidade antes de julgar sem nos ver trabalhar.
Enquanto os partidos deste sistema repetem fórmulas falidas, nós trazemos a
vontade política inabalável para cortar o mal estrutural: corrupção, clientelismo
e a desconexão entre elites e população. Não temos medo de desafiar o status
quo, porque nossa legitimidade vem das ruas, não dos corredores do poder.
O passado pertence a quem o criou.
O futuro será de aqueles que têm a vontade de reconstruí-lo.
Não há democracia sem cidadania. Numa sociedade democrática, a defesa do
interesse público não é uma tarefa exclusiva dos representantes eleitos.
SOMOS UMA EQUIPA DE GENTE LIVRE SEM AMARRAS E NÃO TEMOS
LASTROS.
Cumprimentos, Joaquim Ribeiro
Candidato do Partido Chega à Câmara Municipal de Oliveira do Bairro